Protocolo dia 19/11
Embora o parágrafo acima tenha o conteúdo e a forma característica de outro membro do grupo, devo avisar que este protocolo está sendo escrito por mim, Eduardo. A inversão na ordem dos protocolos se justifica com o seguinte argumento: nós não achamos adequado que a organizadora do encontro desta semana escrevesse também o protocolo. Desta forma assumo o lugar dela para narrar os acontecimentos deste final de semana. Enfim, vamos ao que interessa!
Combinamos de nos encontrar às 19h na estação... árvores... som metálico.. até que se aproxima aquela que seria a condutora do dia, vestindo um tom de laranja que, num dia ensolarado, certamente ofuscaria a todos que estavam na Paulista. Quando soube que Wilma planejaria as atividades, pensei: ou será balé ou teremos lições de como “meter um louco” nos encontros de domingo de manhã. A confirmação só viria depois, antes tínhamos que procurar um espaço adequado.
Como todos sabem, fomos severamente censurados por uma demonstração de afeto ( sim leitor, estas coisas ainda acontecem por aqui) e, desde então, temos improvisado locais para os encontros. Caminhamos então pelas ruas perfumadas, pelas grandes Magnólias plantadas no caminho até a casa dos Libardi e, ao chegarmos, pude ter certeza: Wilma nos ensinaria balé clássico.
Acho que um dos traços deste grupo é que metade de nós carrega no corpo a agilidade trazida pelos variados tipos de dança que participaram ou participam. Djeisa, Neriane e Cobra não tiveram dificuldades em colocar os pés em primeira, segunda ou terceira posição. Os outros? Bem, tentaram...
Devo destacar também a dedicação de Matteus Cobra, uma vez que o rapaz se empenhou como “nunca antes na história deste país”. Magnetizado pelos pés e braços da condutora, acompanhou cada movimento falando apenas quando tinha dúvida.
Admito que senti a ausência de Samuel. Ele tornaria a oficina muito mais agradável, divertida e creio não precisar descrever o motivo. Se você, leitor, ainda não entendeu o porquê, feche os olhos e imagine Samuel fazendo os exercícios na barra ou os saltos. Imaginou? Pois bem...
Por fim agradeço a Wilma pela experiência que, evidentemente, será a única.
Por fim agradeço a Wilma pela experiência que, evidentemente, será a única.
Domingo, 20/11
Samuel resolveu unir o útil ao agradável e, por ser este o seu dia de condutor, pediu para que fossemos a finalização de seu trabalho com Oshh Fofoshhh no Colégio Piracicabano. Ele, junto com Djeisa, Neriane, Cobra e Elias e o cochicho na coxia apresentaram a cenas em que vinham trabalhando. Eu, Reisla e Augusto assistimos.
Depois eles cantaram algumas musicas e aí sim fomos surpreendidos por Elias Lima - o violeiro que, na maior elegância, sacou o violão, tocou e cantou “Pra não dizer que não falei das flores” afinadíssimo!
Enfim, este foi nosso final de semana. Salut e até domingo!
Enfim, este foi nosso final de semana. Salut e até domingo!
EDUARDO
Isso terá volta Eduardo Ferraz!!!! Muuuraaaa Larga mão de ser Plagiador e crie seu próprio método rapaz, ou eu vou achar q vc quer ser como eu qndo crescer!!!!!!! hauhauahuahauh eh bem melhor do que CHÁ COM BISCOITOS...
ResponderExcluirQuantas descrições Du! Gostei!!!
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