Protocolo dos dias 30/07 e 31/07/2011
Encontro de sábado (30/07/2011) – Estação da Paulista, das 19h às 22h.
Presentes:
Grupo Forfezinho de Teatro – atraso (Samuel)
Orientação – Felipe de Menezes
Neste sábado por um motivo de “urgência” cheguei atrasado ao encontro, peço desculpas aos amigos e companheiros de grupo – motivo explanado via e-mail.
Estive presente no local a partir das 20h30...
Forfezinho ali estava e logo notei a presença do nosso querido diretor, Felipe de Menezes, que chegou de surpresa.
Menezes passou uma atividade, baseada no trecho do livro “Eles não usam black-tie” – diálogo e cena de Chiquinho e Terezinha.
Caneta e papel nas mãos, deitamos, relaxamos, com uma trilha sonora ao fundo.
Felipe pediu para que escrevêssemos sensações a parti da cena e música tocada, a música me deixou “relex” / tranquilo/ sereno e após esse exercício surgiram muitas palavras... Palavras que foram lançadas na roda e discursadas pelos amigos.
Soltas ao vento... outras de conflito direto e outras que se encaixavam perfeitamente.
Baseado na cena “Chiquinho e Terezinha”, fizemos um jogo e nos transformamos em contadores de histórias, definimos uma plateia – contar a cena para “Crianças” em forma narrativa.
Encontro de domingo (31/07/2011) – Engenho central, das 10h às 15h30.
Presentes:
Grupo Forfezinho de Teatro – ausência (Augusto)
Orientação – Felipe de Menezes e Elias Lima
Nesse domingo tivemos a honra de receber nosso querido diretor Felipe de Menezes, que como sempre nos direciona e nos orienta com maestria.
Aguardamos alguns minutos para dar início às nossas atividades...
Todos prontos, iniciamos um leve e descontraído aquecimento na corda (corda: objeto familiar nos encontros).
Menezes ministrou: andando pelo espaço, olho no olho, impulso comum, jogo de pergunta e resposta.
Retomamos a atividade narrativa feita no sábado, contar a cena para outra plateia: “Doutores ou Palhaços”. Os integrantes do grupo puderam escolher a quem sua narrativa se dirigia.
Após a “contação de histórias” pediu para que todos vendassem os olhos – atividade nunca antes feita, novidade e desafio para o grupo.
Exercitamos em duplas, trios, todos, vários sentidos que nunca antes foram trabalhados. O ato de sentir, “tocar” a textura, volume, medida, temperatura... muitos sentidos detalhadamente exercitados no íntimo de cada ser.
Não foram desvendados os olhos, mas sim a mente. Um exercício que requer autoconhecimento e maturidade do grupo.
Caneta e papel nas mãos, escrever sensações que o exercício nos despertou, muitas palavras e sentidos agora expressos no papel.
Trecho do texto “Eles não usam black-tie” em mãos, começamos uma pesquisa minuciosa para transformar a cena de “Chiquinho e Terezinha” em micro-cenas, sonorizar e aprofundar o trabalho até aqui realizado.
Muitas coisas, protocolo GIGANTE, mas é isso!
Mais uma vez em nome do “Grupo Forfezinho de Teatro”, agradeço a presença do nosso querido diretor e mestre Felipe de Menezes, além do aprendizado e cultura que nos proporciona, vem também nos trazer informações, novidades e um gás novo para essa galera, agradeço ao Elias Lima, nosso orientador e amigo, que sempre que pode vem nos prestigiar.
Forte abraço!! Bjão no coração de todos!!
Samuel Fernandes
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